Umbandistas e candomblecistas pedem que não tenha mais visitas de igrejas em presídios

Recentemente ocorreram muitos ataques a terreiros no estado do Rio de Janeiro, traficantes convertidos aos protestantismo dão ordens para depredar terreiros em favelas.


Em resposta ao ataques grupos de religiões de matriz africana participam de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no dia 5 de outubro. Na sessão com o presidente da Comissão de Defesa de Direitos Humanos e Cidadania, deputado Marcelo Freixo (Psol), os representantes entregaram um documento repudiando os casos de intolerância religiosa ocorridos no estado.

Na carta, os grupos listam 10 reivindicações para previnir o contra o surgimento de novos casos de intolerância religiosa conta centros de Umbanda e Candomblé, você pode ler a carta na íntegra clicando aqui.

Uma das reivindicações é o fim da presença de igrejas nos presídios, para promover maior liberdade religiosa. Os organizadores afirmam que a presença de igrejas que em sua grande maioria são protestantes, pode incentivar os detentos a repetirem os atos de intolerância contra os terreiros. As denominações neopentecostais são as que em sua maioria estão presentes em comunidade dominadas pelo tráfico e possui muita influência nos presídios e fora dele, respectivamente os neopentecostais estão entre os mais preconceituosos.



O grupo pedem ainda que os ministros religiosos que promovem a perseguição aos adeptos das religiões de matriz africana, como umbanda, candomblé, batuque e Tambor de Mina, sejam acionados por crime de ódio e enquadrados na Lei de Segurança Nacional.

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