Padre toma importante decisão sobre o batismo de crianças em sua paróquia

No Brasil o batismo de crianças virou uma verdadeira bagunça, qualquer um pode batizar seu filho, Umbandista, Candomblecista e até mesmo ateu leva seu filho para ser batizado. Hoje em dia o rito do batismo é só mais um costume cultural do povo que batiza seus filhos mas nem sabe o por quê de estar batizando. Em minha antiga paróquia aparecia cada figura que nunca vi na comunidade querendo que batizasse seu filho, isso sem falar nos padrinhos que nem possuíam a primeira comunhão, mulheres iam com roupas curtas e salto alto para a missa, homens de bermuda e camisa regata, ninguém prestava atenção na missa e ficava tirando foto.

E foi por esses problemas que o Padre Gabriel Vila Verde tomou uma decisão muito importante em sua paróquia, algo que deve servi de exemplo para todos os párocos do Brasil, confira o texto na íntegra.



É com o coração cheio de tristeza, mas ao mesmo tempo, abrasado de zelo pelas coisas sagradas, que eu, Padre Gabriel Vila Verde, tomo esta decisão, que diz respeito ao Sacramento do Batismo!

Após celebrar, por diversas vezes, este Sacramento, e na maioria delas, me encontrar com pessoas completamente despreparadas, preciso tomar uma posição. Até porque, Deus me confiou uma missão, e esta eu não posso cumprir de qualquer maneira.

Estou cansado de batizar pagãos conformados com o seu paganismo. Estou cansado de perder tempo, celebrando o batismo de quem não quer ser cristão. De quem não conhece Jesus e nem está interessado (a) em conhecer!

Nem sequer as curtas perguntas que o rito pede, são capazes de responder. Não sabem o que significa “RENUNCIO” nem o que estão renunciando. Quando peço para rezarem o CREDO, não abrem a boca, pois não sabem rezar. Enquanto o padre faz a homilia, se esforçando para explicar o valor do Sacramento, ficam sorrindo para os fotógrafos e ajeitando as roupas do afilhado (a).



Sem contar as vezes que, logo após o Batismo, vi aquelas mesmas pessoas que, há poucos minutos ‘renunciavam’ ao demônio, fazendo coisas que até o demônio duvida.

Para não me precipitar, fui consultar o Catecismo e o Direito Canônico, para saber se eu estava certo em tomar tal decisão. Pesquisei, li atentamente e deixo aqui os números para consulta:

CIC 1248, 1255.

Cân. 851, 865, 867, 868, 874.

Amparado pela sã doutrina da Igreja e pelas suas leis canônicas, em vigor desde 1983, afirmo que:

A partir de hoje, só irá receber o Sacramento do Batismo em minha Paróquia, o fiel que se decidir em viver na comunidade. Se for criança, a família deverá fazer o mesmo. Após uma preparação séria, o Santo Sacramento do Batismo será administrado. Se não quiserem viver como católicos, também não receberão da Igreja os seus tesouros divinos.

“Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas” (Mateus 6,7).

Vale lembrar que as portas da nossa Paróquia da Soledade continuarão abertas para todos, assim como um hospital deve se abrir para todos os enfermos, desde que os enfermos tenham vontade de receberem a cura.

Não é possível que, dentro da Igreja de Jesus, as pessoas queiram viver à seu modo, e quando se tornam protestantes, mudam até na forma de se vestir. Não obedeciam o sacerdote, mas obedecem ao pastor em pontos, vírgulas e reticências. Nao posso ver tudo isso e me calar! É como está escrito no profeta Ezequiel:



“Filho do homem, eu te coloquei como sentinela na casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra de minha boca, deverás admoestá-los de minha parte. Se eu disser ao ímpio que ele deve morrer e não falares advertindo-o a respeito de sua conduta perversa, para que ele viva, o ímpio morrerá por própria culpa, de ti, porém, eu pedirei contas do seu sangue” (Ez 3, 17-18).

Sendo assim, o teatro acabou! Se alguém quiser brincar de ser Católico, procurem outro lugar. Na Paróquia de Acupe, não. Absolutamente NÃO!

Pe. Gabriel Vila Verde.

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