E se a família fosse extinta e marxismo cultural dominasse o país?

Vamos imaginar um futuro hipotético onde toda ideologia de esquerda dominasse a mentalidade do povo brasileiro, um país onde todas as causas esquerdistas fossem aceitas, onde as mulheres fossem feministas, ideologia de gênero fosse aceita, a família tradicional fosse minoria, drogas legalizadas e o sistema político fosse comunista. Será que isso seria bom?

Destruir a família pode parecer algo simples e bobo que não vai mudar nada na vida de ninguém, mas as consequências seriam catastróficas, tanto no ponto de vista ideológico quanto no econômico. Vamos aos fatos!

Comunismo

É quase impossível um país ser 100% comunista, nem mesmo Cuba é assim, isso porque o comunismo depende do capitalismo para sobreviver, o Governo fatura através dos impostos cobrados da população, mas para gerar impostos a população precisa de emprego, respectivamente para gerar emprego o país precisa de empresas. É assim que funciona a economia, é humano, desde os primórdios da humanidade foi assim. Mas em um governo comunista não teríamos quantidade suficiente de empresas no país para empregar toda a população, as empresas que existiriam em sua grande maioria seriam Estatais e monopolistas e não conseguiriam empregar muitas pessoas, concursos públicos seriam disputadíssimos, empresas estrangeiras dificilmente fariam negócios por aqui, então diga adeus para o Google e Facebook, a China e a Coreia do Norte são um grande exemplo disso. O Estado iria controlar quase tudo, e quanto maior o Estado, maior é a tributação, então a população sentiria na pele com produtos com preços absurdos por conta dos impostos e da lei da oferta e da demanda, se no governo do PT as coisas já são caras, imagina em um governo assumidamente comunista. Com menos empresas no país teríamos menos dinheiro e existiria mais pobreza. Os serviços públicos não seriam bons pois o a população não geraria tantos impostos para sustentar o sistema.

Viveríamos em uma ditadura, já que o governo seria dono de tudo, e não tem como tomar a força todas as propriedades privadas sem a resistência da população, as pessoas lutam por aquilo que conseguiram, imagine o Governo tomando a sua casa que você construiu tijolo por tijolo? Como vemos por exemplo na televisão, as pessoas já entram em confronto com a defesa civil quando tem que sair de uma área de risco, imagine quando o Estado se apropriar dos seus bens.

Legalização das Drogas

O tráfico ainda continuaria existindo, isso porque nosso governo seria comunista e obviamente tributaria em altos impostos qualquer estabelecimento legalizado que venda drogas, traficantes lucrariam com a venda de drogas mais baratas contrabandeada sem impostos e não só drogas mas como outros produtos como comida por exemplo, na atual Venezuela, com um governo socialista, existe contrabando de comidas e de papel higiênico o que é bizarro.

Teríamos mais dependentes químicos, se hoje o número de fumantes só aumenta, em um país onde você pode comprar drogas na esquina isso não seria nada bom. A violência aumentaria, em um governo comunista as pessoas não teriam dinheiro suficiente para sustentar o vício, teria mais roubos, a população não poderia se defender pois governos comunistas são desarmamentistas, se hoje temos 60 mil assassinatos por ano, em um país comunista onde drogas são liberadas esse número triplicaria.



A taxa de morte aumentaria, dependentes químicos teriam mais probabilidade de terem depressão e cometerem suicídio, pessoas portadoras de DST aumentaria, com a legalização da prostituição, mulheres e até homens se prostituiriam para comprar drogas, a estimativa de vida iria diminuir drasticamente.

Feminismo

As mulheres seriam feministas e a família tradicional, vulgo “patriarcal heteronormativa opressora”, seria extinta, mulheres não iriam querer ser mães, o aborto seria legalizado e o assassinatos de bebês seria algo tão absurdo e comum quanto matar uma barata, no entanto, a morte de mulheres também seriam proporcional, pois lembrando que com um governo comunista, a saúde seria precária e as clínicas particulares cobrariam altos preços graças a lei da oferta e da demanda e pela tributação Estatal, por fim, as clínicas clandestinas ainda continuaria existindo.

A população iria diminuir, pois haveria baixa taxa de natalidade, e com menos pessoas nascendo isso iria pesar na Previdência Social das poucas pessoas idosas que existiriam e na economia, pois teríamos menos mão de obra, isso se a economia já não tiver quebrada com o comunismo, a única solução é chamar imigrantes para suprir a falta de mão de obra no país e para pagar a aposentadoria do povo, como o Canadá está fazendo, no entanto, isso trás sérios riscos a todo o sistema que está em vigor, pois teríamos uma forte imigração de pessoas do oriente, com culturas completamente diferentes e que podem acabar com toda a cultura que a esquerda tanto lutou para implantar no Brasil. Alguns costumes culturais que fazem parte de nossa identidade nacional podem mudar ou acabar, o carnaval por exemplo poderia deixar de existir.

Sem valores judaicos-cristãos e sem famílias não teríamos relacionamentos duradouros, menos pessoas se casariam, mulheres e homens seriam cada vez mais independentes e teriam uma vida de solteiros ou entrariam em relacionamentos abertos onde ambos pudessem fazer o que quisessem. Muitos terão uma vida de promiscuidade e as crianças, se tiverem a chance de nascer, teriam sérios problemas em viver em uma sociedade sem ter tido uma educação familiar.



Como as drogas são legalizadas, homens embriagados e sobre efeito de drogas seria maior, logo, casos como “feminicídeo”, estupros e violência contra mulheres aumentaria.

Ideologia de Gênero

Ninguém seria considerado menino ou menina, crianças teriam os mesmos brinquedos, meninos e meninas não seriam educados para seus respectivos papeis na sociedade, homens perderiam sua masculinidade e mulheres sua feminilidade. Ambos os sexos não teriam diferença, homens frequentariam o mesmo banheiro que mulheres, a moda seria unissex. Nossas forças armadas seria muito afetada com a falta de masculinidade dos homens e caso tenha uma grande quantidade de mulheres se alistando não teríamos um exército forte, isso porque biologicamente mulheres são mais fracas que homens, então se o Brasil entrasse em uma guerra seríamos dizimados. Não podemos esquecer da polícia que sofreria total negligência com um Governo esquerdista e com policiais politicamente corretos, com a liberação das drogas a violência seria tão grande que a polícia não daria conta, hoje em dia a polícia não dá conta.

LGBT

Talvez o número de pessoas com tendência ao homossexualismo aumente, como a sociedade vai ser progressista, isso irá abrir brecha para outras questões como pedofilia, zoofilia etc. Os poucos casais (pares) LGBT que existirem (isso porque tanto héteros quanto gays e lésbicas não iriam querer ter a responsabilidade de construir uma família) não iriam conseguir ter filhos, nem mesmo adotados, isso por que teriam poucas crianças nos orfanatos, já que o aborto é legalizado, e métodos como a fertilização in vitro não seria de alcance financeiro para todos, pois o Governo Tributaria com altos impostos as clínicas, se hoje um tratamento custa 40 mil reais dependendo da clínica, imagine em um governo comunista? Aliás, a única forma de se ter filhos seria no “padrão heteronormativo”, sim, exatamente isso que você está pensando, mas esse método seria difícil já que as mulheres são feministas, não vai ser qualquer uma que aceitaria a proposta de engravidar, sofrer as dores do parto e acabar com o seu corpo sem cobrar alguma grana pelo processo, então isso seria feito de forma clandestina ou legalizada e de qualquer forma seria o mesmo preço ou mais caro que a fertilização.

Igreja Católica

Normalmente a religião em países comunistas é proibida, mas aqui no Brasil temos a Teologia da Libertação, então é muito provável que com tudo isso poderia acontecer duas coisas:

1ª hipótese – A Igreja Católica seria proibida no Brasil pois tudo mencionado acima vai contra os valores cristãos e o catecismo, o Núncio Apostólico seria expulso do País, todas as igreja seriam de propriedade do Estado e padres e bispos que se opuserem a medida seriam exilados ou presos. Teríamos uma Nova Igreja Católica que seria regulamentada pelo Governo.



2ª hipótese – Com a teologia da libertação, a igreja no Brasil teria que desobedecer a Santa Sé e aprovar coisas como casamento gay, aborto, divórcio etc, então a CNBB teria que romper com Roma e fundar uma nova religião no País. A missa seria um total sacrilégio, padres fariam abusos litúrgicos à vontade e mais uma vez, padres e bispos que se opuserem a tudo isso seriam presos ou exilados.

Em ambas as hipóteses a vida de um católico não seria muito boa, isso se ainda existirem católicos no país pois com a doutrinação que as crianças sofreriam nas escolas, a porcentagem de ateísmo seria bem alta.

É por isso que defender a família, a moral cristã e lutar contra a Teologia da Libertação é tão importante para um católico. Um católico que apoia esse tipo de ideologia é o mesmo que um Judeu apoiar o Nazismo, ambos seriam a favor de um sistema que extermina e persegue a sua própria religião.

A moral cristã construiu a nossa sociedade, a família é a que mantém ela viva, acabar com isso acarretaria em sérias consequências para a própria esquerda.

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